A Energia Solar como alternativa eficaz para acabar com o calor e diminuir despesas.

acabar com o calor

O Brasil enfrenta atualmente altas temperaturas, registrando recordes em várias regiões do país, e o custo da energia elétrica está subindo proporcionalmente. Como resposta a esse desafio, muitas pessoas estão recorrendo ao uso de aparelhos de ar-condicionado para se refrescar e acabar com o calor, mas isso resulta em um aumento significativo no consumo de energia e, consequentemente, nas despesas. Para aqueles que desejam utilizar o ar-condicionado sem se sentir culpados, a minigeração de energia por meio de fonte fotovoltaica tem se tornado uma alternativa atraente. O custo dos equipamentos envolvidos nessa tecnologia está se tornando cada vez mais acessível e tem se transformado em um aliado valioso para famílias e empresas, permitindo enfrentar as ondas de calor durante todo o ano. Além disso, a energia solar é renovável, o que resulta em uma redução de até 95% na conta de luz, e suas usinas têm uma vida útil de cerca de 25 anos.

A demanda por financiamentos com o propósito de adotar sistemas de energia solar está em constante crescimento em todo o país. Recentemente, o Sicredi superou a marca de R$ 1 bilhão de saldo em carteira nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima e algumas cidades de Goiás. Em todo o país, o crescimento foi de 270,5%, saindo de R$ 1,588 bilhão em 2020 para R$ 5,885 bilhões em 2023. A agilidade na análise e concessão de crédito, taxas de juros atrativas e prazos favoráveis, juntamente com parcerias com fornecedores, têm motivado os associados a investirem na geração de energia solar, alinhando-se com a atual tendência de sustentabilidade ambiental.

Mayara Oliveira, consultora de Negócios do Sicredi, destaca:

“Em tempos de calor insuportável, o consumo de energia aumenta e pesa no bolso. Para aliviar o calor e as despesas, a energia solar tem sido uma alternativa e, no Sicredi, oferecemos linhas de crédito para os associados adquirirem tecnologia que utiliza uma fonte de energia renovável em suas residências, negócios ou propriedades rurais, contribuindo para o meio ambiente. A geração de energia elétrica por fontes renováveis, como o sol (fotovoltaica) e o vento (eólica), é uma tendência global.”

A geração de energia elétrica a partir de fonte solar está em crescimento no Brasil, com perspectivas promissoras para os próximos anos. Sendo uma fonte de energia renovável e inesgotável, não polui e requer pouca manutenção em suas centrais de produção. Já é a segunda maior matriz energética do país, respondendo por 15,4% da geração total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), em setembro, o Brasil alcançou uma potência instalada de 33,7 gigawatts, sendo 23,364 gigawatts de geração distribuída (69%) e 10,393 gigawatts de geração centralizada (31%). Em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a potência instalada era de 18,6 gigawatts, houve um crescimento de 81%, demonstrando um cenário promissor para esse setor. Quando analisada a classe de consumo, as residências lideram a potência instalada, com 11,4 gigawatts (49%), seguidas por comércio e serviços com 6,5 gigawatts (28%), propriedades rurais com 3,4 gigawatts (14%) e indústrias com 1,6 gigawatts (7,1%). Em termos de sistemas instalados, a ordem é a mesma, com um total de 2,106 milhões de instalações, sendo 1,652 milhão em residências, 228,4 mil em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, 184,7 mil em propriedades rurais e 34,2 mil em indústrias.

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