Brasil ilumina o futuro com mais de 35 Gigawatts de Energia Solar Fotovoltaica

Brasil

Em um marco notável, o Brasil acaba de ultrapassar a incrível marca de 35 gigawatts (GW) de potência instalada proveniente da fonte solar fotovoltaica. Esse número engloba tanto usinas de grande porte quanto sistemas de geração própria presentes em telhados, fachadas e pequenos terrenos, representando uma impressionante fatia de 15,9% na matriz elétrica do país, conforme divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Desde 2012, a energia solar trouxe ao Brasil mais de R$ 170 bilhões em investimentos, contribuindo com R$ 47,9 bilhões aos cofres públicos e gerando mais de 1 milhão de empregos. Além desses feitos notáveis, a energia solar evitou a emissão de 42,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

O presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk, destacou que o crescimento da energia solar não apenas fortalece a sustentabilidade, mas também alivia o orçamento das famílias e aumenta a competitividade dos setores produtivos brasileiros. Esse avanço é crucial para a economia nacional e para cumprir os compromissos ambientais assumidos pelo país.

No segmento de geração distribuída de energia, temos impressionantes 24,4 GW de potência instalada proveniente da fonte solar, representando cerca de R$ 122,5 bilhões em investimentos e mais de 730,8 mil empregos acumulados desde 2012. A tecnologia solar domina, sendo utilizada em 99,9% de todas as conexões de geração distribuída no país, consolidando-se como líder indiscutível nesse segmento.

O Brasil, atualmente entre os dez maiores produtores de energia solar do mundo, demonstra um crescimento notável. Em 2023, o país superou a marca de 2 milhões de sistemas solares fotovoltaicos instalados em diversos locais, incluindo telhados, fachadas e pequenos terrenos. A capacidade de geração própria de energia elétrica alcançou 23 gigawatts em agosto deste ano.

O setor de energia solar cresceu extraordinariamente, registrando um aumento de 79,8% na geração elétrica por meio de painéis solares de 2021 para 2022, conforme o Balanço Energético Nacional do Ministério de Minas e Energia. Esse crescimento fez com que a energia solar superasse a eólica, alcançando o segundo lugar entre as principais matrizes elétricas do país, com 15,6% da potência instalada, perdendo apenas para a hídrica, que representa 50%.

A vice-presidente da Absolar, Bárbara Rubim, enfatizou que esses números refletem não apenas o potencial enorme do Brasil para a geração solar fotovoltaica, mas também o desejo crescente dos consumidores brasileiros de gerar sua própria energia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país.

Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso lideram no cenário de geração distribuída, demonstrando a disseminação bem-sucedida dessa tecnologia inovadora. Com avanços tecnológicos e incentivos do poder público, a energia solar no Brasil não é apenas uma realidade, mas uma força transformadora que impulsiona a transição energética do país.

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