Equatorial Pará ilumina vidas na Amazônia com energia solar

Equatorial Pará

A energia elétrica tem desempenhado um papel transformador na vida das pessoas, especialmente na região remota do Pará. A Equatorial Pará está conduzindo o maior programa de universalização de energia no Brasil, proporcionando luz elétrica, por meio de fontes renováveis, a comunidades isoladas na Amazônia, utilizando principalmente energia solar.

Esse projeto já impactou positivamente a vida de mais de 21 mil famílias em todo o estado, gerando melhorias significativas para aqueles que foram beneficiados pelo programa. Um exemplo é a família da agricultora Maria Rita, que anteriormente não tinha acesso à energia elétrica até a intervenção da Equatorial Pará.

“No passado, tínhamos energia, mas era através de lamparina. Hoje, temos a energia da placa solar. Daqui para frente, vamos melhorar ainda mais”

O programa abrange moradores de municípios como Melgaço, Portel, Prainha, Porto de Moz, Tucuruí, Bagre e Oeiras do Pará. A Equatorial Pará tem como meta estender esse programa para quase todos os municípios do estado até 2030, totalizando cerca de 154 mil ligações elétricas com fonte renovável. Comunidades em Juruti, Breves, Óbidos e Oriximiná também estão na lista para receber o programa em breve.

O foco do projeto é atender residentes de comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas, assentamentos rurais, além de escolas e postos de saúde, entre outros. Um diferencial significativo do projeto é a utilização de energia local, descentralizada e renovável, especialmente solar. O sistema oferecido às famílias é composto por uma estrutura metálica, placas fotovoltaicas e uma bateria para armazenar a energia.

A chegada da eletricidade às comunidades não apenas melhora a qualidade de vida, permitindo o armazenamento de alimentos em geladeiras, mas também proporciona acesso à informação nessas áreas remotas.

“Até então, vivíamos no escuro e não tínhamos como conservar a alimentação. As pessoas das casinhas mais humildes também vão realizar o sonho de poder assistir televisão e ter uma geladeira”, explica Maria Quaresma, coordenadora da Escola Alberto Filipe, localizada na comunidade da Ilha de Salvação, em Melgaço.

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