Prosperidade e crescimento na energia solar por assinatura

energia solar

Segundo a ABSOLAR ( Associação Brasileira de Energia Solar ), para atender a prosperidade e a crescente demanda de energia solar por assinatura, o número de usinas que funcionam nesse modelo passou de 1.900 em 2021 para 6.652 atualmente ( um aumento de 250% ). E essa tendência destina-se a ter um aumento ainda maior com a frequente procura das empresas desse setor pelo modelo. Dentre elas, se destacam Raízen, que atua por meio da startup Reverde, a EDP, que lançou sua própria plataforma e a Axis Renováveis, que atua através da marca Leve Energia.

No Brasil, a primeira empresa a assinar um contrato de autoconsumo remoto em Geração Distribuída foi a Axis Renováveis, que atua no mercado de energia por assinatura desde 2021 por meio da Leve Energia Renovável. Hoje, a companhia foca em atender clientes residenciais e empresariais dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Já a Raízen, em parceria com o Grupo Gera, mirou o mercado de energia por assinatura com a startup Reverde, criada no início deste ano para atender os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Quanto a EDP, o serviço é disponibilizado por meio da plataforma Solar digital, atendendo empresas de todos os portes.

A economia financeira que esse novo modelo traz é o que mais chama a atenção dos consumidores: dependendo do estado e do fornecedor com o qual contratou o serviço, pode-se diminuir em até 20% a conta de energia elétrica. Além disso, não são necessários investimentos para instalação e manutenção dos painéis solares, o que proporciona o acesso sem nenhum custo adicional.

Outra vantagem é a previsibilidade e flexibilidade que o consumidor tem, ficando menos dependente das bandeiras tarifárias da energia elétrica tradicional. Além de poder negociar pessoalmente com os fornecedores, escolhendo o plano que oferece as melhores condições para suas necessidades.

O modelo de Geração Compartilhada, no qual uma única usina atende várias casas, já existe desde 2012, porém, foi recentemente sancionado na lei 14.300/2022 e na Resolução ANEEL 1.059/23,  que possibilitou a oferta no modelo por assinatura.

Como funciona

A energia gerada em fazendas ou usinas solares é injetada diretamente na rede, sendo em seguida contabilizada no Sistema de Compensação de Créditos de Energia Elétrica (SCEE), gerando créditos que são repassados para os clientes da usina, que recebem um abatimento do valor direto na conta de luz.

O valor cobrado pelos créditos de energia é mais barato que a Tarifa Tradicional de energia, oferecendo aos consumidores finais uma opção que, além de econômica, é ambientalmente correta.

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