A ANEEL acaba de abrir caminho para que quatro grandes distribuidoras de energia continuem operando por mais tempo no país. A agência recomendou ao Ministério de Minas e Energia (MME) a prorrogação dos contratos de concessão dessas empresas, antecipando, inclusive, os efeitos das renovações.
Entre as concessionárias que podem seguir firmes na distribuição de energia estão: EDP São Paulo, que avança para o sexto termo aditivo, e Neoenergia Pernambuco, na mesma situação. Já Equatorial Maranhão e CPFL Piratininga caminham para a renovação com a proposta de um quinto termo aditivo.
A decisão foi unânime entre os diretores da ANEEL, ainda que Fernando Mosna tenha apresentado uma fundamentação divergente — no fim, acompanhou o voto da relatora Agnes da Costa e dos demais colegas.
As discussões contaram com sustentações orais de representantes das próprias distribuidoras e da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), reforçando o peso das decisões.
Essa movimentação indica que o governo deve seguir apostando na continuidade de players já estabelecidos no mercado. Mas o que será que vem por trás dessas renovações? Nova estratégia energética ou apenas segurança operacional?





