O Ministério de Minas e Energia (MME) acaba de aprovar uma nova rodada de incentivos fiscais para empreendimentos de energia solar e eólica no país. Ao todo, os projetos somam 160 MW de capacidade instalada e estão distribuídos entre Bahia, Minas Gerais e São Paulo.
As iniciativas foram enquadradas no REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura), que suspende a cobrança de PIS/Pasep e Cofins sobre bens e serviços usados nos projetos. Assim, essa isenção vale por até cinco anos e foi oficializada na última sexta-feira (13) através de publicação no Diário Oficial da União.
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Energia solar ganha força em Minas e São Paulo
Assim, do lado da energia solar, dois projetos se destacam. Em Minas Gerais, a Antares Energia Solar comandará a construção da UFV Xangrilá 1, com 30 MW de potência e previsão de conclusão até março de 2029. O investimento, já contando a isenção fiscal, gira em torno de R$ 28,6 milhões.
Já em São Paulo, o projeto UFV Guararapes, liderado pelas empresas Certare e Concremat, terá capacidade de 2,5 MW e deve ser entregue até março de 2026, com investimento de cerca de R$ 6 milhões.
Chesf amplia portfólio eólico na Bahia
Assim, na Bahia, o destaque vai para cinco novos projetos eólicos da Chesf, todos localizados em Casa Nova. Juntas, as usinas Casa Nova B, D, E, F e G vão adicionar 127,5 MW ao sistema elétrico nacional. O cronograma prevê a entrada em operação da primeira planta já em agosto de 2027, com as demais sendo concluídas até 2030.
Em termos de investimento, o projeto inicial (Casa Nova B) terá um aporte de R$ 134 milhões, enquanto os demais receberão R$ 110,4 milhões cada, já considerando os benefícios fiscais.
A medida reforça o ritmo de expansão das fontes renováveis no Brasil e abre caminho para novas oportunidades no setor de energia limpa.





